Mostrando postagens com marcador SGA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SGA. Mostrar todas as postagens

10 de nov. de 2012

Revisão da ISO 14001 está em andamento (nova ISO 14001:2015)


A atual versão da ISO 14001:2004 iniciou seu processo de revisão, previsto para conclusão em 2015, quando será emitida a nova ISO 14001:2015.

O Comitê Técnico da ISO (ISO/TC 207) que desenvolveu a ISO 14001 já está discutindo as questões-chave relacionadas ao grupo de trabalho responsável pelo processo de revisão da ISO 14001.  

Os principais assuntos que nortearão o grupo de trabalho  são os obstáculos e oportunidades para aumentar a absorção da ISO 14001 em pequenas organizações, o controle do impacto ambiental da cadeia de valor/abastecimento, incremento na identificação e envolvimento das partes interessadas relevantes e melhorar a sistemática da comunicação externa. As 25 recomendações a serem seguidas na revisão da ISO 14001 são descritas a seguir.

Se você quer saber mais sobre nossa consultoria para implementação de Sistemas com base nas Normas ISO 14001, ISO 9001, OHSAS 18001 ou Sistema Integrado com duas ou as mais normas vá para a página da De Martini Ambiental: www.demartiniambiental.com.br

As 25 Recomendações para a ISO 14001:2015

1. Ao considerar os novos requisitos em uma revisão da ISO 14001, deve se lembrar que o padrão de SGA é uma ferramenta para melhorar a gestão ambiental - assim novas exigências não devem ser definidas de tal maneira que apenas reflitam altos níveis de excelência que poderiam dissuadir ou excluir novas organizações. O uso de "matrizes de maturidade" deve ser considerado para mostrar como requisitos poderiam ser aplicados paulatinamente.

2. Uma organização deve manter a responsabilidade para alinhar seus processos de ISO 14001 com seu ambiente e prioridades de negócio.

3. Reforçar o foco sobre assuntos tais como: transparência e responsabilidade em questões de gestão ambiental e desempenho, valor da cadeia e responsabilidade.

4.     Expressar mais claramente como a gestão ambiental pode contribuir para o desenvolvimento sustentável [o pilar fundamental da responsabilidade social (RS)].

5. Ampliar/clarificar o conceito de "prevenção de poluição".

6. Considerar outros princípios ambientais da ISO 26000 (responsabilidade social), cláusula 6.5.

7. Considerar a possibilidade de alinhar a linguagem entre a ISO 26000 e ISO 14001.

8. Esclarecer os requisitos da ISO 14001 para melhorar o desempenho ambiental.

9. Reforçar a avaliação de desempenho como parte de ISO 14001 4.5.1 (p. ex. uso de indicadores); Considerar como avaliação de desempenho é abordada na ISO 14031 (avaliação de desempenho ambiental), ISO 50001 (gestão de energia) e o EMAS III (UE Ecogestão e auditoria) e o GRI (Global Reporting Initiative).

10. Comunicar a abordagem e o mecanismo para alcançar o cumprimento da legislação na ISO 14001 (p. ex. no Anexo).

11. Abordar o conceito de "demonstração do compromisso de cumprimento da legislação".

12. Considerar a inclusão do conceito de demonstrar conhecimento e compreensão do status de conformidade da organização.

13. Enfatizar considerações estratégicas, benefícios e oportunidades de gestão ambiental para as organizações na introdução e requisitos seções.

14.  Fortalecer (em um nível estratégico), a relação entre gestão ambiental e o core business da organização, ou seja, seus produtos e serviços e a interação com as partes interessadas (incluindo clientes e fornecedores).

15. Usar texto idêntico da JTCG no "contexto da organização" para reforçar a ligação entre a gestão ambiental e a estratégia da organização geral.

16. Considerar as implicações dos novos modelos de gestão de negócios (estratégica) na aplicação da ISO 14001.

17. Elaborar Draft claro e inequívoco dos requisitos ISO 14001.

18. Fornecer orientação mais clara para evitar erros de interpretação dos requisitos do anexo A.

19. Manter a aplicabilidade da ISO 14001 para as PME, por exemplo, através da elaboração de requisitos simples e compreensíveis.

20. Considerar as informações dadas no guia 17 do CEN, Orientação para elaborar padrões para pequenas e médias empresas.

21. Abordar o conceito de ciclo de vida e as perspectivas de cadeia de valor mais claramente na identificação e avaliação dos aspectos ambientais relacionados a produtos e serviços.

22. Incluir exigências claras e orientações sobre a estratégia ambiental, design e desenvolvimento, compras, marketing e vendas, em alinhamento com as prioridades organizacionais.

23. Introduzir uma abordagem mais sistemática para identificação, consulta e comunicação com as partes interessadas sobre as questões ambientais, com base no texto JTCG.
24. Introduzir um requisito para estabelecer uma estratégia de comunicação externa, incluindo os objetivos de comunicação, identificação das partes interessadas relevantes e uma descrição do que e quando comunicar.

25. Fornecer orientação às partes interessadas externas no Anexo sobre informações relacionadas com os aspectos ambientais de produtos e serviços.

Referência: Informativo De Martini Ambiental, nov/2012
Desde que seja citada a fonte, permitimos a reprodução, em qualquer meio, de trechos ou da íntegra deste informativo, sem necessidade de autorização prévia. 

9 de ago. de 2011

Erros ao definir metas corporativas

Na semana passada, ajudei um novo cliente a redefinir suas metas corporativas da qualidade, saúde, segurança e meio ambiente. É comum encontrar organizações com metas irrelevantes para as suas atividades ou inconsistentes. Em geral, os principais erros cometidos nas empresas ao definir metas corporativas são:

O inferno está cheio de boas intenções. Metas difíceis iludem. Boas intenções não bastam se não forem realizadas. Metas podem ser desafiadoras, mas também precisam ser realistas e úteis. Mais importante do que a agressividade da meta é a qualidade da análise das informações e a definição das oportunidades que serão implementadas.

Se o cego guia o cego, ambos correm o risco de cair. Por isto, a meta deve ser mensurável para permitir o seu monitoramento, conhecer a sua evolução ao longo do tempo e permitir a correção do rumo quando necessário.

Quem tudo quer, tudo perde. É preciso não perder o foco. Empreender muitas coisas simultaneamente faz com que se desconcentre do que é importante, podendo chegar ao fim sem nenhuma.

De Martini

6 de out. de 2010

Organismos de Certificação de Sistemas de Gestão

Pessoal,

Este informativo da De Martini Ambiental resume informações dispersas sobre quais os Organismos Certificadores estão atualmente acreditados no Brasil. Reproduzo aqui no blog.
De Martini


Os organismos de certificação são credenciados/acreditados pelo INMETRO, sendo este um reconhecimento formal da competência do organismo para fornecer o serviço de certificação para normas especificas. Na tabela a seguir estão os organismos de certificação atualmente acreditados pelo INMETRO para Sistemas de Gestão da Qualidade (com base na NBR ISO 9001), Ambiental (com base na NBR ISO 14001), Manejo Florestal (com base na NBR 14789), Responsabilidade Social (com base na NBR 16001) e Analise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC (com base na NBR 14900).


Desde que seja citada a fonte, permitimos a reprodução, em qualquer meio, de trechos ou da íntegra deste informativo, sem necessidade de autorização prévia.

Organismos de Certificação de Sistemas de Gestão

Credenciados/acreditados pelo INMETRO

Fonte: INMETRO outubro/2010

Organismos de Certificação

SGQ

NBR ISO 9001

SGA

NBR ISO

14001

Manejo

Florestal

NBR 14789

Resp.

Social

NBR

16001

APPCC

NBR

14900

ABS

ü

ü

Acta

ü

ABNT

ü

ü

Assoc. NCC

ü

BRTUV

ü

ü

ü

ü

BSI

ü

ü

BVQI

ü

ü

ü

ü

ü

CCB

ü

Conceitos

ü

Contacts

ü

DNV

ü

ü

DQS

ü

ü

EVS

ü

FDTE

ü

Fondo Normaliz.

ü

Fund. Vanzolini

ü

ü

ü

Germ. Lloyd

ü

ü

ICQ

ü

ü

IFBQ

ü

ü

ü

IFI

ü

ITAQ

ü

IBAMETRO

ü

IQA

ü

ü

UNIT

ü

Lloyd’s

ü

ü

Perry Johnson

ü

ü

Rina

ü

ü

SAS

ü

SGS

ü

ü

ü

Tecpar

ü

ü

ü

TOTUM

ü

TUV

ü

ü

ü