3 de abr. de 2013
Auditoria de SMS no Maracanã
Auditoria ambiental, saúde e segurança na "reforma" do Maracanã. São 6.000 pessoas, 24 horas por dia, para entregar o estádio no próximo dia 24.
Tá ficando lindo! Só para ver o estádio já valerá o ingresso.
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auditoria
25 de mar. de 2013
NOTA TÉCNICA IBAMA Nº 02/2013, de 31/01/2013 - Tabela Única de Informações PEI e PEVO
Termina
esta semana o prazo para a apresentação da Tabela Única de Informações para
Planos de Emergência Individual – PEIs e Planos de Emergência para
Vazamento de Óleo – PEVOs das plataformas de perfuração e de produção
nos processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos marítimos de
exploração e produção de petróleo e gás natural.
Esta
exigência foi publicada em 31/01/2013, na NOTA TÉCNICA Nº 02/2013 do IBAMA, que estabelece as diretrizes para a
apresentação da Tabela Única de Informações.
Os
Planos de Emergência Individuais – PEIs e os Planos de Emergência para
Vazamentos de Óleo – PEVOs contêm as informações necessárias ao
atendimento de uma emergência com vazamento de óleo para o ambiente marinho e
que precisavam ser constantemente revisados para a atualização das informações.
A partir de agora, estas informações estarão na Tabela Única que será revisada
quando houver alterações, por exemplo, de equipamentos e embarcações.
De
acordo com a NOTA TÉCNICA IBAMA Nº 02/2013, a Tabela Única de Informações –
TABUI para PEIs e PEVOs deverá ser apresentada junto com o
PEI/PEVO consolidado e todas as vezes que o PEI/PEVO sofrer alteração, sendo
que a primeira versão da tabela em
até 60 dias após a publicação da NOTA
TÉCNICA IBAMA Nº 02/2013, de 31/01/13.
A Tabela
Única de Informações, o PEI e o PEVO são documentos auditáveis na
auditoria ambiental CONAMA 306, na qual a
De Martini Ambiental possui ampla experiência.
Saiba
mais sobre nossa abordagem em auditoria CONAMA 306 acessando http://www.demartiniambiental.com.br/auditoria-ambiental.html
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Licenciamento
9 de jan. de 2013
Calendário Ambiental 2013
Faça o download gratuito do tradicional Calendário Ambiental da De Martini Ambiental. Nele você encontrará os prazos finais em 2013 para o atendimento aos diplomas legais ambientais importantes e datas ambientais comemorativas. Acesse a seção Tabelas e cartazes em www.demartiniambiental.com.br.
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10 de nov. de 2012
Vaga para Auditor Ambiental no IBAMA
No próximo concurso do
IBAMA existem vagas para Analistas Ambientais atuarem com Auditores Ambientais em
Brasília a serem lotados em uma nova coordenação de Auditoria Ambiental. Das 60
vagas para o Tema 2 (para Brasília) cinco são (previstas) para atuarem
com auditorias ambientais internas e de empreendimentos. A inscrição será até 26 de novembro de 2012.
Outras informações:
Revisão da ISO 14001 está em andamento (nova ISO 14001:2015)
A atual versão da ISO 14001:2004 iniciou seu
processo de revisão, previsto para conclusão em 2015, quando será emitida a
nova ISO 14001:2015.
O Comitê Técnico da ISO (ISO/TC 207) que desenvolveu a ISO 14001 já está
discutindo as questões-chave relacionadas ao grupo de trabalho responsável pelo
processo de revisão da ISO 14001.
Os principais assuntos
que nortearão o grupo de trabalho são os obstáculos e oportunidades para aumentar a absorção da ISO 14001 em
pequenas organizações, o controle do impacto ambiental da cadeia de valor/abastecimento,
incremento na identificação e envolvimento das partes interessadas relevantes e
melhorar a sistemática da comunicação externa. As 25 recomendações a serem
seguidas na revisão da ISO 14001 são descritas a seguir.
Se você quer saber mais sobre nossa consultoria para implementação de Sistemas com base nas Normas ISO 14001, ISO 9001, OHSAS 18001 ou Sistema Integrado com duas ou as mais normas vá para a página da De Martini Ambiental: www.demartiniambiental.com.br
Se você quer saber mais sobre nossa consultoria para implementação de Sistemas com base nas Normas ISO 14001, ISO 9001, OHSAS 18001 ou Sistema Integrado com duas ou as mais normas vá para a página da De Martini Ambiental: www.demartiniambiental.com.br
As 25 Recomendações para a ISO 14001:2015
1. Ao
considerar os novos requisitos em uma revisão da ISO 14001, deve se lembrar que
o padrão de SGA é uma ferramenta para melhorar a gestão ambiental - assim novas
exigências não devem ser definidas de tal maneira que apenas reflitam altos níveis
de excelência que poderiam dissuadir ou excluir novas organizações. O uso de
"matrizes de maturidade" deve ser considerado para mostrar como
requisitos poderiam ser aplicados paulatinamente.
2. Uma organização deve manter a responsabilidade para alinhar seus processos de ISO 14001 com seu ambiente e prioridades de negócio.
3. Reforçar o
foco sobre assuntos tais como: transparência e responsabilidade em questões de
gestão ambiental e desempenho, valor da cadeia e responsabilidade.
4. Expressar mais claramente como a gestão
ambiental pode contribuir para o desenvolvimento sustentável [o pilar
fundamental da responsabilidade social (RS)].
5. Ampliar/clarificar
o conceito de "prevenção de poluição".
6. Considerar outros
princípios ambientais da ISO 26000 (responsabilidade social), cláusula 6.5.
7. Considerar a
possibilidade de alinhar a linguagem entre a ISO 26000 e ISO 14001.
8. Esclarecer
os requisitos da ISO 14001 para melhorar o desempenho ambiental.
9. Reforçar a
avaliação de desempenho como parte de ISO 14001 4.5.1 (p. ex. uso de
indicadores); Considerar como avaliação de desempenho é abordada na ISO 14031
(avaliação de desempenho ambiental), ISO 50001 (gestão de energia) e o EMAS III
(UE Ecogestão e auditoria) e o GRI (Global
Reporting Initiative).
10. Comunicar a
abordagem e o mecanismo para alcançar o cumprimento da legislação na ISO 14001
(p. ex. no Anexo).
11. Abordar o conceito de "demonstração do compromisso de cumprimento da legislação".
12. Considerar
a inclusão do conceito de demonstrar conhecimento e compreensão do status de
conformidade da organização.
13. Enfatizar
considerações estratégicas, benefícios e oportunidades de gestão ambiental para
as organizações na introdução e requisitos seções.
14. Fortalecer (em um nível estratégico), a
relação entre gestão ambiental e o core business da organização, ou seja, seus
produtos e serviços e a interação com as partes interessadas (incluindo
clientes e fornecedores).
15. Usar texto
idêntico da JTCG no "contexto da organização" para reforçar a ligação
entre a gestão ambiental e a estratégia da organização geral.
16. Considerar
as implicações dos novos modelos de gestão de negócios (estratégica) na
aplicação da ISO 14001.
17. Elaborar
Draft claro e inequívoco dos requisitos ISO 14001.
18. Fornecer
orientação mais clara para evitar erros de interpretação dos requisitos do
anexo A.
19. Manter a
aplicabilidade da ISO 14001 para as PME, por exemplo, através da elaboração de
requisitos simples e compreensíveis.
20. Considerar
as informações dadas no guia 17 do CEN, Orientação para elaborar padrões para
pequenas e médias empresas.
21. Abordar o
conceito de ciclo de vida e as perspectivas de cadeia de valor mais claramente
na identificação e avaliação dos aspectos ambientais relacionados a produtos e
serviços.
22. Incluir
exigências claras e orientações sobre a estratégia ambiental, design e
desenvolvimento, compras, marketing e vendas, em alinhamento com as prioridades
organizacionais.
23. Introduzir
uma abordagem mais sistemática para identificação, consulta e comunicação com
as partes interessadas sobre as questões ambientais, com base no texto JTCG.
24. Introduzir
um requisito para estabelecer uma estratégia de comunicação externa, incluindo
os objetivos de comunicação, identificação das partes interessadas relevantes e
uma descrição do que e quando comunicar.
25. Fornecer orientação às partes
interessadas externas no Anexo sobre informações relacionadas com os aspectos
ambientais de produtos e serviços.
Referência: Informativo De Martini Ambiental, nov/2012
Desde que seja citada a fonte,
permitimos a reprodução, em qualquer meio, de trechos ou da íntegra deste
informativo, sem necessidade de autorização prévia.
2 de nov. de 2012
O teorema da alga verde
Serge Latouche mostra neste teorema da alga verde como a nossa sociedade empurra com a barriga a solução para os grandes problemas
ambientais, como a crise do aquecimento global.
De Martini
Um belo dia, estimulada pelo uso excessivo
de fertilizantes químicos pelos agricultores, uma pequena alga verde veio se
implantar num lago muito grande. Apesar de seu crescimento anual ser rápido,
uma progressão geométrica de razão 2, ninguém se preocupou. Na verdade, mesmo
dobrando a cada ano, algas cobrirão a superfície do lago em trinta anos, sendo no
final do vigésimo quarto ano apenas 3% de todo o lago. Com certeza, começaram a
se preocupar quando as algas colonizaram a metade da superfície, gerando uma
ameaça de eutrofização, ou seja, de asfixia da vida aquática. Embora para
chegar a esse ponto tenha levado décadas, apenas um único ano seria suficiente para
causar a morte irreparável do ecossistema do lago.
“Chegamos exatamente a este momento em
que a alga verde colonizou a metade do nosso lago".
Serge Latouche
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Sustentabilidade
27 de out. de 2012
Livro “Gestão Ambiental de Unidades Produtivas”
Tive
a grata oportunidade de participar, com uma turma só de feras de diversas universidades brasileiras, do projeto de
um livro voltado para facilitar o estudo da Gestão Ambiental para os estudantes
de Engenharia de Produção e áreas afins. É o livro “Gestão Ambiental de
Unidades Produtivas”, organizado pelo Paulo José
Adissi, Francisco
Alves Pinheiro e Rosangela da
Silva Cardoso.
Com a chancela da ABEPRO – Associação
Brasileira de Engenharia de Produção, o livro reúne temas fundamentais de
gestão ambiental, ferramentas de planejamento e gestão, e discussão sobre
motivadores de mercado e estratégias organizacionais para o desenvolvimento
sustentável.
Juntamente com o Ubirajara
Mattos e o Elmo Rodrigues, participei do capítulo sobre a gestão de efluentes líquidos,
em que se apresentam os aspectos históricos e conceituais relativos aos recursos
hídricos e aos impactos ambientais dos efluentes não tratados e os processos de
tratamento de efluente. Também traz a evolução da legislação brasileira
relacionada ao assunto, além das etapas básicas de gestão de efluentes visando
o uso eficiente da água, a melhoria da qualidade de efluentes gerados e a
reutilização do efluente tratado. Concluindo, é sugerida uma abordagem
sistemática para a gestão eficiente de efluentes, com base na metodologia
bastante próxima aos engenheiros de produção: o ciclo PDCA
(Planejar-Executar-Verificar-Agir).
Marcadores:
água,
Gestão Ambiental na Indústria
8 de out. de 2012
Poesia pós Rio+20: Drummondiana
no meio do ambiente
havia um homem
havia um homem
no meio do ambiente
que dele nasceu
e nele cresceu
no meio ambiente
havia um homem
que dele um dia
proclamou-se independente
nunca me esquecerei
que a partir desse dia
o meio ambiente
passou a ser um meio
que de inteiro virou meio
Arthur Soffiati
havia um homem
havia um homem
no meio do ambiente
que dele nasceu
e nele cresceu
no meio ambiente
havia um homem
que dele um dia
proclamou-se independente
nunca me esquecerei
que a partir desse dia
o meio ambiente
passou a ser um meio
que de inteiro virou meio
Arthur Soffiati
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outros
26 de set. de 2012
Seis perguntas e respostas para entender a nova FDSR (FISPQ para resíduos perigosos)
Luiz Carlos De Martini
1. O que é
a FDSR ?
A Ficha de Informação de Segurança de Produto
Químico - FISPQ - fornece informações sobre aspectos dos produtos químicos
(substâncias ou preparados) quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio
ambiente, conhecimentos básicos sobre os produtos químicos, recomendações sobre
medidas de proteção e ações em situação de emergência.
Agora existe também a FDSR, Ficha com Dados de Segurança
de Resíduos Químicos, criada
pela norma ABNT NBR 16725 “Resíduo químico — Informações sobre segurança, saúde
e meio ambiente — Ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR) e
rotulagem”.
Esta norma atende ao exigido no Decreto
n° 2657, de 03/07/1998, que promulgou a Convenção 170 da Organização
Internacional do Trabalho (OIT) relativa à segurança na utilização de produtos
químicos no trabalho.
A FDSR é obrigatória para os resíduos perigosos (resíduos classe I da
NBR 10.004) ou pelas regulamentações de transporte de produtos perigosos (como
a Resolução ANTT n° 420) e suas instruções complementares.
A NBR 16725 também criou o rótulo para as embalagens dos resíduos
químicos, sendo que neste caso são para os resíduos perigosos e também para os
resíduos não perigosos.
2. Quando
será adotada a FDSR ?
A FDSR já é obrigatória desde 6 de julho de 2012.
3. Para
que serve a FDSR ?
A FDSR, assim como o rótulo, fornece informações essenciais sobre a identificação do resíduo, seu gerador, sua classificação,
sua periculosidade, as medidas de precaução no transporte, manuseio,
armazenagem, além de procedimentos de emergência.
4. Quem deve
elaborar a FDSR ?
A responsabilidade de elaborar a FDSR é
exclusiva do gerador do resíduo perigoso.
5. Onde fica
a FSDR ?
A FDSR deve ser disponibilizada ao
transportador, ao receptor do resíduo, trabalhadores,
profissionais da saúde e segurança, pessoal de emergência e outras partes
interessadas, para que elas possam
tomar as medidas necessárias relativas à segurança, saúde e meio ambiente.
6. Como a
FDSR é feita ?
As FISPQs dos produtos que constituem o resíduo perigoso podem e devem
ser utilizadas como fontes de informações para a elaboração da FDSR.
Desde que seja citada a
fonte, permitimos a reprodução, em qualquer meio, de trechos ou da íntegra deste
informativo, sem necessidade de autorização prévia.
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Gestão Ambiental na Indústria,
Riscos do Trabalho,
Saúde
19 de set. de 2012
Tornado de fogo em SP
Redemoinhos de fogo, conhecidos nos EUA como fogo
do diabo (fire devil), são raramente filmados como este em Araçatuba - SP.
Não tem nada a ver com praga bíblica apocalíptica ou
coisa parecida. O incêndio sob certas condições de temperatura e correntes de
ar adquire uma vorticidade vertical e faz um giro, virando este tornado com
chamas.
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outros
5 de set. de 2012
50 Anos do Movimento Ambientalista
A participação pública mais ativa nas
questões ambientais surgiu em 1962, quando Rachel Carson publicou Silent Spring (Primavera Silenciosa) denunciando o desaparecimento dos pássaros
nos campos dos Estados Unidos provocado pelo emprego do inseticida DDT na
agricultura.
O efeito do livro foi imediato: o DDT
na agricultura foi proibido na maioria dos países do mundo e foi o início da
responsabilidade ambiental.
A Escola de
Jornalismo de Nova York consagrou Primavera
Silenciosa como uma das maiores reportagens investigativas do século XX.
Em 2006, Rachel
Carson foi eleita em primeiro lugar na lista do jornal britânico The Guardian das cem pessoas que mais
contribuíram para a defesa do meio ambiente de todos os tempos.
Marcadores:
educação ambiental,
Sustentabilidade
27 de ago. de 2012
O simbolismo da capa dO ambiente entre nós
A capa do livro "O ambiente entre nós" está sendo bastante comentada. A ideia foi conseguir colocar os nomes de todos os 23 autores, o que já ocupa quase todo a capa, e ainda sobrar espaço para passar alguma mensagem. Daí o alinhamento da letra "a" amarela tentando traduzir a transdisciplinaridade do tema "meio ambiente" que perpassa por todos os autores e mostrar que existe algo em comum entre eles, além do ambiente, claro.
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